Assembleia Geral da APEEA da Calazans Duarte


Pais: poucos, mas bons!


P&V
A assembleia geral da associação de pais e encarregados de educação dos alunos da Calazans Duarte (APEEACD), que decorreu na quarta feira, 11 de outubro, registou uma baixa participação: apenas 25 associados.
Contudo, a ordem de trabalho foi escrupulosamente cumprida: leitura e aprovação da ata da última assembleia, do relatório de atividades e contas do mandato de 2016/17, eleição dos corpos sociais para o presente ano e outros assuntos foram os pontos da agenda, que ocuparam mais de duas horas, o último com a presença do diretor do Agrupamento Poente, Cesário Silva.
Jorge Castanho, presidente da direção da APEEACD que agora cessa funções, agradeceu a colaboração de todos e fez o balanço das atividades realizadas pela associação em 2016/17, destacando aquelas das quais resultou a angariação de pequenas, mas significativas, verbas entregues ao GAAF e a oferta de 2 batedeiras à cozinha pedagógica como agradecimento da colaboração dos alunos do curso de cozinha/pastelaria. De uma extensa lista de atividades da Associação nos últimos anos, destacou a criação do Clube Toastmaster, que continua a realizar sessões na Calazans Duarte e está aberto a toda a população. Também César Marrazes lembrou outras iniciativas como o rastreio de diabetes e cursos de primeiros socorros para funcionários e alunos.


Cesário Silva, presente na fase final da reunião, respondeu a perguntas desafiadoras, em particular do pai associado Acácio Filipe, sobre a necessidade de os alunos, precocemente, terem contacto com as empresas locais, para, no momento das escolhas profissionais, estarem conscientes do que os espera.
O diretor expôs cenários futuros, assentes em leituras de analistas, sobre as profissões que os jovens que este ano entraram na escola irão exercer e que ainda não existem. E foi mais longe. Fazendo jus ao seu epíteto de visionário, falou do seu sonho: “I have a dream! Conseguir, em parceria com uma empresa local, arranjar um espaço para montar uma fábrica em miniatura, onde trabalhadores e gestores fossem os meninos que iniciam a escolaridade!”